🪙 Tesouro projeta pico de despesas com precatórios fora da meta em 2028.

Tesouro Nacional projeta que o ápice das despesas com precatórios fora da meta fiscal ocorrerá em 2028, quando alcançará R$ 98,7 bilhões. Para este ano, a pasta comandada por Rogério Ceron estima R$ 57,8 bilhões em sentenças judiciais excepcionalizadas da meta de resultado primário.

Veja a trajetória da Projeção das despesas com sentenças judiciais excepcionalizadas da meta de resultado primário:

  • 2026: R$ 57,8 bilhões;
  • 2027: R$ 96,1 bilhões;
  • 2028: R$ 98,7 bilhões;
  • 2029: R$ 91,3 bilhões;
  • 2030: R$ 85,1 bilhões;
  • 2031: R$ 77,1 bilhões;
  • 2032: R$ 67,1 bilhões;
  • 2033: R$ 54,8 bilhões;
  • 2034: R$ 38,7 bilhões;
  • 2035: R$ 21,6 bilhões.

Os precatórios são dívidas judicialmente reconhecidas da União. A partir de 2027, as despesas com precatórios passarão a ser gradualmente incorporadas na apuração da meta, de forma cumulativa, em percentual adicional mínimo de 10% em relação ao montante considerado no ano anterior.

De acordo com o Tesouro, a retirada das despesas com sentenças judiciais dos limites da meta fiscal contribuiu para elevar as projeções da dívida bruta do país, que pode alcançar 95,4% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2035.

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